
Ruta 5 · Chile
Retas infinitas, silêncio absoluto e paisagem que não parece deste planeta. É o trecho onde a maioria dos pilotos entende por que veio.

10 a 25 de janeiro de 2027
16 dias cruzando Brasil, Argentina e Chile. 6.300 km de Porto Alegre a San Pedro de Atacama, com guia, caminhonete de apoio e tudo resolvido. Você só pilota.
Você já ouviu falar dela em toda roda de conversa. O salar branco até onde a vista alcança. O céu mais estrelado do planeta. A mão gigante saindo da areia no meio do nada. As retas da Ruta 5, onde o silêncio é tão grande que dá pra ouvir o próprio capacete cortando o ar.
Todo ano você diz que vai. Todo ano aparece alguma coisa.
Em janeiro de 2027, dez motos saem de Porto Alegre rumo ao Atacama. Uma delas pode ser a sua.
Clique em qualquer parada para ver o trecho, a quilometragem e o que te espera.
Partida · Sábado
Porto Alegre
Café da manhã, briefing, foto do grupo e o motor ligando. Começa aqui.
Dia 1 · Sábado · 820 km
Chajarí (AR)
Fronteira cruzada no primeiro dia. Entrando na Argentina pelo litoral do rio Uruguai.
Dia 2 · Domingo · 710 km
Villa Carlos Paz (AR)
Serras de Córdoba e o Lago San Roque. Primeira noite de curva boa e comida argentina.
Dia 3 · Segunda · 410 km
La Rioja (AR)
O verde vai ficando para trás. A paisagem começa a virar deserto.
Dia 4 · Terça · 275 km
Fiambalá (AR)
Termas naturais entre vinhedos e montanhas áridas. Porta de entrada dos Seismiles.
Dia 5 · Quarta · 480 km
Copiapó (CL)
Paso San Francisco, 4.726 m de altitude, e a Laguna Verde. O dia mais alto da viagem.
Dia 6 · Quinta · 530 km
Antofagasta (CL)
Mar e deserto no mesmo enquadramento. Parada obrigatória na Mano del Desierto.
Dia 7 · Sexta · 311 km
San Pedro de Atacama (CL)
Chegada ao oásis. O objetivo da viagem, alcançado sobre duas rodas.
Dia 8 · Sábado
San Pedro (dia livre)
Valle de la Luna, Géiseres del Tatio, salares e vulcões. Ou simplesmente descanso.
Dia 9 · Domingo
San Pedro (dia livre)
Segundo dia sem pressa. A moto descansa e você aproveita.
Dia 10 · Segunda · 410 km
Purmamarca (AR)
Paso Jama e Salinas Grandes. Branco absoluto a 3.400 m.
Dia 11 · Terça · 210 km
Salta (AR)
Centro histórico colonial, cultura norteña e uma noite de peña.
Dia 12 · Quarta · 190 km
Cafayate (AR)
Ruta 68 e a Quebrada de las Conchas. Vinho Torrontés no fim da tarde.
Dia 13 · Quinta · 270 km
Termas de Río Hondo (AR)
Águas termais e músculos recuperados para a reta final.
Dia 14 · Sexta · 510 km
Roque Sáenz Peña (AR)
Travessia do Chaco. Estrada reta, calor e boa conversa no rádio.
Dia 15 · Sábado · 550 km
Uruguaiana (BR)
De volta ao Brasil. A última noite do grupo junto.
Dia 16 · Domingo · 630 km
Porto Alegre
Chegada. Você não volta o mesmo.
O ponto mais alto não fica em nenhuma cidade. Fica na estrada entre Fiambalá e Copiapó, no Paso San Francisco.

Retas infinitas, silêncio absoluto e paisagem que não parece deste planeta. É o trecho onde a maioria dos pilotos entende por que veio.

A lendária estrada dos Andes. Símbolo do motociclismo mundial. Montanhas, lagos e vilarejos que parecem cenário.

Curvas entre cânions avermelhados e formações rochosas. A rota mais cinematográfica do norte argentino.

Montanhas, vales e cidades históricas guiando cada quilômetro. Travessia rica em cultura e paisagem.

Termas, vinhos e aventura nos Andes
Montanhas áridas, águas termais cercadas por vinhedos e a porta de entrada da Ruta de los Seismiles. As estátuas gigantes na chegada avisam que o deserto começa aqui.

O dia mais alto da viagem
Logo depois do Paso San Francisco, a 4.726 m, a lagoa turquesa aparece no meio do nada, cercada de vulcões, já do lado chileno. Uma das paisagens que mais ficam na memória.

Mar, deserto e pôr do sol incrível
Cidade portuária onde o Pacífico encontra o deserto. No caminho até ela, a Mano del Desierto; na chegada, praia, pôr do sol e o início da travessia pelo Atacama.

Beleza extrema no coração do deserto
Um oásis no meio do deserto mais seco do mundo, cercado por salares, vulcões e vales surreais como o Valle de la Luna. É onde fica o céu mais estrelado da Terra. Dois dias livres para explorar sem relógio.

Branco absoluto até o horizonte
Na volta do Atacama pelo Paso Jama, o altiplano argentino vira um mar de sal. Chão branco, céu azul e a foto do grupo que todo mundo leva para casa.

Águas termais e o circuito do MotoGP
Águas termais para recuperar o corpo antes da reta final e o autódromo que recebe o MotoGP argentino, com o museu de motos antigas ao lado.
Diário de bordo
Nada aqui é banco de imagem. São fotos do grupo da expedição anterior até o Atacama: as paradas, a caminhonete de apoio e as estradas que esperam por você.











Responda quatro perguntas e descubra em 20 segundos.
Uma caminhonete de apoio acompanha o grupo do primeiro ao último dia. Ela carrega água, lanche, ferramenta e o que for preciso. Se a sua moto der problema em qualquer ponto do percurso, inclusive nos trechos mais remotos do deserto, tem gente da equipe atrás de você.
O grupo roda em comboio, com guia experiente na frente e comunicação entre as motos. Nenhuma moto fica para trás sem que alguém saiba.
Antes da partida você recebe o roteiro dia a dia, os mapas, o checklist de equipamento e as dicas de preparação da moto. Você chega em Porto Alegre no dia 10 sabendo exatamente o que vai acontecer nos 16 dias seguintes.


Acompanha o grupo o tempo todo, conhece o percurso e resolve o que aparecer no caminho.
Máximo de 10 motos. Logística eficiente, hospedagem organizada e ninguém se perde.
Inclusos no valor. Você viaja coberto do começo ao fim.
O valor muda conforme a hospedagem. Todo o resto é igual para todo mundo.
R$ 13.800
por piloto
Para quem quer dividir o quarto e viajar mais leve no bolso.
R$ 17.800
por piloto
Para quem quer privacidade e o próprio espaço no fim do dia.
R$ 26.800
por casal
Para quem vai com a companhia de sempre na garupa.
Entrada de 15% garante sua vaga. Saldo parcelado até 15 de dezembro de 2026.
Saldo parcelado até 15 de dezembro de 2026. Quanto antes você entra, mais parcelas cabem no prazo — e menor fica cada uma.
Você paga em 2026 e viaja em 2027. Quem entra agora, garante o valor e a vaga.
Roteiros desenhados por estradas lendárias, com paisagens marcantes e desafio na medida.
Hospedagem, paradas e documentos organizados. Você foca na pilotagem, a gente cuida do resto.
Roteiro dia a dia, mapas, dicas e checklist chegam antes de você sair de casa.
Valorizamos o local, respeitamos as culturas e promovemos uma experiência consciente.
Grupos reduzidos, logística eficiente e suporte técnico em cada etapa.
A viagem une quem compartilha a paixão por duas rodas. As amizades ficam depois que a viagem acaba.
Não. Não é necessária experiência prévia em viagens internacionais ou expedições longas. O que a gente pede é experiência básica de pilotagem em grupo na estrada e noção de piso irregular.
Se ela tem acima de 500cc e está em boas condições para longa distância, sim. A gente envia um checklist de preparação antes da partida e tira dúvida sobre a sua moto específica.
A caminhonete de apoio acompanha o grupo em todos os trechos, inclusive nos mais remotos. Ela leva ferramenta, água e lanche. Manutenção mecânica e pneus, se precisar, são por conta do piloto, mas você nunca fica sozinho na estrada.
Pode, e a tarifa de casal cobre os dois. [PENDENTE: definir se existe opção de acompanhante viajando na caminhonete de apoio e com que valor.]
Verão no hemisfério sul, mas o roteiro tem altitude. Espere calor no Chaco e frio de verdade acima de 4.000 m, no Paso San Francisco e no Paso Jama. Clima variável faz parte da viagem, por isso a lista de equipamento é levada a sério.
Entrada de 15% garante sua vaga. O saldo é parcelado até 15 de dezembro de 2026, antes da partida.
O grupo é de 8 a 10 motos. Esse é o limite e ele não aumenta.
[PENDENTE: política de cancelamento a ser definida pelo cliente. A LP não deve ser publicada sem esta resposta — ela trava fechamento.]

Não dá pra fazer o Atacama todo ano. Dá pra fazer uma vez, do jeito certo, com quem já conhece o caminho.
A entrada de 15% garante seu lugar no comboio.
Foto: o grupo de 2025 sob a Via Láctea, em San Pedro de Atacama.